Cipó-uva (Serjania reticulata cambess)

Ao criar Abelhas Nativas Sem Ferrão (ANSF) torna-se sempre difícil identificar o pasto apícola que elas forrageiam. A situação se agrava quando próximo ao Meliponário se tem Mata Nativa e não monocultura. No caso do meu Meliponário a Mata Nativa é Atlântica, conhecida por uma Mata fechada de difícil acesso formada por uma formação vegetal heterogênea.

Hoje (09/05/2014) identifiquei uma trepadeira encobrindo as árvores na Mata fechada. Acessei a florada e peguei uma amostra de folha e flor para uma pesquisa visual na internet. Identifiquei como sendo Cipó-uva (Paullinia carpopodea cambess),– de acordo com Rúbio Proença é  (Serjania reticulata cambess ). Inclusive pude confirmar no livro FLORES E ABELHAS EM SÃO PAULO de José Rubens Pirani; Marilda Cortopassi Laurino, que a florada dessa trepadeira se dá de fevereiro a maio, confirmando o fato. Por aqui florou não faz muito tempo, pela minha observação.

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Abaixo a imagem mostra alguns caixos de flores do cipó. Imagino que o nome deva ter originado devido ao botões das flores que parecem pequenas uvas.

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O Flor do Cipó é conhecida por fornecer néctar para a produção de um mel que tem como principal característica ser um desintoxicante do fígado, estimula a secreção biliar e auxilia no combate dos efeitos da ingestão do álcool. Abaixo detalhe da flor.

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O Cipó-uva tem se tornado escasso devido ao desmatamento. Além disso encontramos sempre ele associado ao mel de abelha Apis Melífera (com ferrão). Em uma busca rápida na internet não encontrei registros dessa planta associada ao mel das Abelhas Nativas Sem Ferrão. Assim sendo, resolvi monitorar a produção de mel de duas espécies de abelhas do meliponário para avaliar se elas vão forragear essa florada.

Abaixo temos a melgueira de uma Mandaçaia (MQA).

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Abaixo um sobreninho de Uruçu-Amarela (Melipona Rufiventris Mondury).

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A ideia é realizar um acompanhamento baseado na comparação das imagens acima com imagens coletadas em um determinado espaço de tempo, de modo que fique evidente a criação ou não de novos potes de mel. Não pretendo ministrar xarope nesse meio tempo. Dentro de alguns dias devo postar as novas fotos para a comparação.

Hoje é dia 10 de junho de 2004, deixei passar um mês e fotografei as melguerias novamente, confiram os resultados abaixo.

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Acima temos a melgueira da Mandaçaia, como pode-se perceber os potes de mel diminuiram, outros fatores podem também terem contribuido para isso, mas, em princípio, podemos afirmar que elas não gostam da florada do Cipó-uva.

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Acima temos a Melgueira da Mondury, pode-se observar uma aumento da produção de cera, tanto no centro do ninho quanto na parte superior do envolucro, bem como nos podes de mel. É fácil notar também um pequeno aumento no número de potes fechados. Ou seja, o ninho aumentou e a reserva de alimentos também.

Em 08/05/2015, as 7h20 da manhã observei MQA nas flores. Impressionante como após um ano, exatamente na mesma data as flores apareceram encobrindo as árvores.

Em 15/05, uma semana depois da última observação, avistei Mandaçaia e Bugia. A florada continua exuberante.

Em 25/05 por volta das 7h20 da manhã avistei Mandaçaia na florada. Já são praticamente 20 dias de alimento direto. Embora observe que elas coletam nectar nas flores as melgueiras aumentaram apenas um pouco, mas a população da colmeia aumentou visivelmente.

Dia 01/07/2015, venho observando a florada desde então. As flores antigas já secaram a folhagem ficou avermelhada, formando cachos como se fossem flores e fizeram uma espécie fruto. As flores brancas continuam a brotar em outros lugares da mata. Já somam mais de um mês de florada. Talvez a maior e mais consistente para o meliponario, apesar do frio. O ideal é prepara as colmeias para essa época ano que vem.

As fotos desse site são bem parecidas. Lá é identificada como Cipó-timbó-açú, cipó-uva, timbó-grande, timbó (Serjania laruotteana Cambess) https://sites.google.com/site/florasbs/sapindaceae/cipo-timbo-ac

Um artista dedicado às abelhas.

João F. M. Camargo nasceu em 1941 e faleceu em 2009.  Professor, pesquisador, naturalista dedicado às abelhas, me chamou a atenção por seus elaborados desenhos para trabalhos científicos sobre abelhas. Com pleno domínio de uma técnica baseada no bico de pena e nanquim criava ilustrações extremamente detalhadas por meio do pontilhismo.

A técnica do pontilhismo lida com a formação de imagens por meio de pontos negros com distancias variadas que criam uma espécie de reticula para formar as noções de claro e escuro com tons de cinza variados.

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Acima o detalhe do ninho de uma Partamona helleri, nome popular Boca de Sapo, sob epífita, que em etimologia quer dizer planta que vive sobre outra planta.  Na imagem procurei  fazer uma montagem ampliando a parte da imagem que mostra a entrada da colmeia, para evidenciar detalhes da técnica. A imagem inteira é percebida em primeiro plano.

É fácil perceber que o professor Camargo usava suas habilidades para criar imagens para acompanhar, explicar, interpretar, acrescentar informação, sintetizar ou até simplesmente ajudar estudiosos a decorar textos. Essa técnica permite uma boa reprodução de imagens principalmente em processos gráficos sofríveis.  Ao mesmo tempo que cria incríveis originais, verdadeiras obras de arte. Mas porque não usar fotos ou desenhos mais elaborados no computador? Primeiro porque esses recursos não eram tão evoluídos nos tempos que o professor viveu. Em segundo lugar,  por que  ao produzir uma ilustração você pode  construir uma cena sem destruir um ninho de abelha e explicar mecanismos visualmente que seriam muito difíceis de serem montados para uma foto. Um bom exemplo desse tipo  são os cortes longitudinais.

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A imagem mostra o corte longitudinal do ninho de uma Partamona Cupira, nome popular Cupira Preta.

O nosso cientista/artista ilustrou não apenas suas produções, mas também trabalhos de outros pesquisadores bem como pranchas para material didático nas instituições onde atuou como estudante e professor. Seus magníficos desenhos de abelhas, ninhos e flores percorrem o mundo e têm sido reproduzidos em diversas publicações. Os estudiosos da morfologia de abelhas, curisos e apreciadores de uma boa ilustração da natureza fatalmente encontraram suas obras pelo caminho.

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Referências:

CAMARGO, João M. F.; PEDRO, Silvia R. M.. Meliponini neotropicais: o gênero Partamona Schwarz, 1939 (Hymenoptera, Apidae, Apinae) – bionomia e biogeografia.Rev. Bras. entomol.,  São Paulo ,  v. 47, n. 3,   2003 .   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0085-56262003000300001&lng=en&nrm=iso>. access on  24  Feb.  2014.  http://dx.doi.org/10.1590/S0085-56262003000300001.

http://www.producao.usp.br/bitstream/handle/BDPI/6568/ art_PEDRO_Necrologico_Joao_M_F_Camargo_-_um_2009.pdf?sequence=1

 

Caixa para abelha Iraí (Nannotrigona Testaceicornis)

Caixa para abelha Iraí (Nannotrigona Testaceicornis)

Comecei a me interessar por abelhas pela espécie Iraí. Eu tinha uma colmeia no muro de casa justamente no lugar onde precisava embutir uma caixa de correio. Ao invés de queimar ou jogar a colmeia no mato como muitos fazem resolvi pesquisar sobre o assunto e coloquei a colmeia numa caixa rústica, depois pesquisei mais e fiz uma caixa melhor, o tempo passou estudei mais o assunto, tentei confeccionar caixas melhores, mas percebi que sem equipamentos e tempo para me dedicar a marcenaria não conseguiria elaborar boas caixas, foi então que resolvi comprar caixas de um profissional, assim a terceira caixa que transferi essa colmeia foi uma caixa comprada e muito bem confeccionada. Muito bem, o tempo passou fazia quase um ano que tinha a colmeia de Iraí numa caixa padrão INPA do mesmo modelo das que usadas para Jataí, mas uma coisa me incomodava, as abelhas não subiam os potes de mel para a Melgueira.

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Acima exemplo de melgueira INPA usada.

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Aqui o modo como as Iraís procedem para não subir para a melgueira, elas tampam os buracos de acesso com cera.

Levantei o assunto no grupo de discussão ABENA e Jean Locatelli sugeriu um modelo de caixa que fizesse com que as Iraís produzissem os potes de mel de modo organizado. A partir da sugestão do Jean elaborei alguns esboços e cheguei no modelo abaixo. A ideia consiste basicamente em criar uma câmara de entrada, que as Iraís tanto gostam, e deixar um espaço entre a porta do fim da câmara de entrada e os discos de cria para elas depositarem os potes de pólen e um espaço acima para que elas possam depositar os potes de mel separadamente dos discos de cria.

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Passei o esboço para o colega Pedro Ziti que fez um desenho técnico para que eu aprovasse as medidas.
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Após aprovar as medidas do projeto, Pedro confeccionou a caixa de modo modular, de modo que eu pudesse retirar a tampa da câmara de entrada ao menos no começo e pudesse verificar se a ideia daria certo. Abaixo temos a caixa sem a tampa da câmara de entrada e na sequência ela com a tampa de encaixe.

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A parte final foi transferir a colmeia para caixa (17/10/2013).

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Agora é esperar para ver se a ideia vai dar certo. O estudo continua, em breve coloco nesse mesmo post as fotos do desenvolvimento da colmeia na nova caixa.

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Pouco mais de dois meses depois (27/12/2013) da transferência da colmeia para a caixa nova podemos notar que os discos de cria encostaram na tampa enquanto os potes de mel não foram para o local projetado.

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Nesse detalhe percebe-se os potes de mel entre o ninho e a câmara de acesso mostrando que a parte acima da câmara não foi ocupado com os potes de mel conforme esperado.

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Por fim, um detalhe da câmara de entrada, que diferente do que imaginei não possui lamelas de cera ou túnel, apenas abelhas transitando livremente.

 

Divisão de Mandaçaia (MQQ)

Em 01/08/2013 fiz a minha primeira divisão de Mandaçaia. Foram momentos de muita tensão e emoção.

Abaixo a foto da caixa mãe, que doou três discos de cria, -caixa essa que chama-se “matriz” por ter apenas um compartimento e um enxame forte.

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Dá para notar o geopropólis cobrindo a tampa da caixa. Essa colmeia foi adquirida em 30/05/2013 e embora tenha um recipiente para alimentação artificial nunca foi utilizado.

Para a caixa filha foi usada uma caixa racional modelo INPA confeccionada pelo colega Pedro Ziti.

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Abaixo a caixa com as Abelhas, tampa de acetato para observar o desenvolvimento da divisão e algumas folhas de cera alveolada para ajudar a manter a temperatura dos discos.

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Três dias depois fiquei impressionado com o desenvolvimento da caixa. Podemos ver três potes de mel confeccionados e um praticamente cheio e os discos de cria cobertos.

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Ao fazer a divisão alguns potes de mel se romperam, tive o cuidado de retirar um pouco com a seringa e guardar na geladeira. O mel tinha um sabor muito singular e bem mais líquido que o da Iraí e Jataí e uma cor bem clara. Nesse terceiro dia servi o mel para elas como vemos abaixo.

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Abaixo foto da colmeia com 15 dias depois da divisão. Tudo indo muito bem. O que me chamou a atenção foi a grande humidade no interior da caixa, reparem as paredes totalmente molhadas.

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Um fato curioso é que elas construíram a entrada da colmeia trocando o barro do geopropólis por cimento. A facilidade em se conseguir cimento se deve ao fato da casa do vizinho estar em reforma.

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Abaixo foto com 36 dias após a divisão. O invólucro foi retirado para constatar a postura e confirmar o trabalho da rainha.

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Abelhas Nativas Sem Ferrão que forrageiam no frio

Um frio intenso de inverno assolou Vinhedo nesse fim de julho de 2013. Como estava no fim das férias pude acompanhar o desempenho das minhas ASF de perto.

Presenciei no dia 25, por volta da 12h batendo nos 15 graus (com termômetro no local), algumas Mandaçaia saindo para forragear.

Enquanto isso, Jataí, Iraí, Mirim Guaçu e Uruçu Amarela Flavolineata quietas nas caixas.

A curiosidade foi a de perguntar se os colegas do grupo Abena conheciam outra espécie de ASF que tivesse resistência a esse tipo de variação climática como a Mandaçaia.

Elias, falou sobre a melípona Bicolor schenki – Guaraipo que também é muito resistente ao frio. “É nativa das regiões da Serra Gaúcha (segundo material que encontrei na net) e as minhas estão se desenvolvendo muito bem aqui. Sou de Caxias do Sul”.

Egon de Taió SC, disse que já observou Melíponas bicolor forrageando com 8 graus.

Laercio, mencionou que talvez a M. mondury (Tujuba) tenha comportamento semelhante a Mandaçaia, desde que a temperatura do ninho esteja correta. Mas alertou para o fato de que a Guaraipo (B. schenki) como dissera Egon, voa com muito frio mesmo, e talvez nenhuma espécie vença ela.

João Luiz, disse que a abelha que menos se importa com o frio dentre as que conhece é a uruçu capixaba. Enquanto que com a temperatura citada, só se observa algumas mandaçaias, guaraipos, as capixabas mantêm um movimento forte.

Mandaçaia quadrifaciata quadrifaciata

Em 30/05/2013 adquiri minha primeira abelha nativa sem ferrão grande. Ela
é a Mandaçaia Quadrifaciata Quadrifaciata (MQQ), da tribo Meliponini, -pois as abelhas que já possuo: Jataí, Iraí e Mirim são Trigonini.

A Mandaçaia é uma abelha muito bonita e pacifica, isso trás uma sensação muito interessante ao observar o enxame em atividade. Você fica parado em frente a caixa e consegue sentir o cheiro característico delas com um transito constante no seu entorno com aquele zum-zum constante sem que elas esbarrem em você.

Talvez isso tenha me motivado a fazer algumas fotos com a minha lente macro e registrar as primeiras impressões de um leigo sobre as Mandaçaias.

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Acima uma das primeiras Abelhas que ví saindo da caixa por volta das 8h da manhã.

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Aqui uma operária acertando a entrada com barro que foi danificada durante o transporte e a campeira voltando para o ninho.

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O comportamento acima de acordo com os colegas Winckler, Sidcley e Marcelo do grupo Abena faz parte da manutenção da umidade da caixa pois estão retirando água ou resto de xarope fermentado.

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Por fim, o olhar atento da guarda enquanto a campeira retorna com pólen ou resina.

Distância coberta pela abelhas Jataí

No livro Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão, de 1997, na página 89, Paulo Nogueria Neto constata que as operárias de JATAÍ (Tetragonisca angustula) cobrem uma distância de 500m.

Inspirado nessa temática, resolvi criar um infográfico baseado na imagem satélite do Google Maps marcando as distâncias em circunferências de raios de 100 em 100 metros do ponto de partida do Meliponário Tapajós, podendo assim avaliar a área percorrida por essas abelhas fora do meliponário.

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Como fazer cadastro no Ibama

O passo a passo para fazer cadastro no Ibama como criador de abelhas nativas sem ferrão foi copiado do post da Silvana Rodrigues na lista de discussão por e-mail ABENA.

Passo 1:Entre no Ibama. Link:Site Ibama
http://www.ibama.gov.br/

Passo 2:Serviços –http://servicos.ibama.gov.br – Autorizações e licenças > Relatórios e declarações > Taxa e certidões negativas > Consultas > Cadastro –   pessoa física _ Novo.

Passo 3: Novo ( clica no: clique aqui)- se vc ainda não se cadastrou” clique aqui”

Passo 4: Vai aparecer o Cadastro inicial, no qual vc coloca seus dados pessoais.

Passo 5: Vai preenchendo todos até ser emitido um número e uma senha para vc.  Anote-os.Vc vai precisar da senha sempre que entrar na página inicial do Ibama.

Passo 6: Entre com sua senha e CPF.no Ibama.

Passo 7:  vá em dados cadastrais lá na caixa cadastro…entre nele…clique para adicionar uma atividade e escolha

1 Uso de Recursos Naturais criador com fins científicos de fauna silvestre nativa e exótica 01/09/2012 09/01/2013

2 Uso de Recursos Naturais Criadouro científico de fauna silvestre para fins de conservação 01/09/2012 09/01/2013

Geralmente no nosso caso é a segunda opção(2)

Passo 8: Preencha conforme os seus dados>.<data do início( não muito distante, porque terá que declarar dados desde o início)

Depois adiciona atividades.

Passo 9: Apenas imprimir o comprovante de registro.

PS: Acrescentado por Laércio – Não esquecer de Emitir novamente o *Comprovante de Regularidade* e imprimir, a cada 3 meses.

Qual o nome dessa espécie de abelha sem ferrão?

Adquiri uma colmeia de Abelha indígena sem ferrão em uma caixa rústica feita com madeiras de caixote. O vendedor falou que se trata da espécie Jandaira. Tenho lá minhas dúvidas. Vou postar uma série de imagens para ver se me ajudam a identificar essa espécie.

Entrada da colméia

Acima a entrada da colmeia. Elas entram e sai de forma dinâmica e organizada, não ficam circulando na entrada como as Jataís ou batendo e voltando como as Iraís. Não sei qual produto usam para adornar a entrada, mas principalmente na parte baixa, note que está mais escuro, ajuda no pouso das abelhas.

estrutura do ninho

Essa é a estrutura do ninho. Evitei manipular, está do modo como abri a caixa. Achei interessante essa “bola” brilhante no canto inferior direito da imagem. Nas caixas de Jataí e Iraí que manejei nunca vi nada igual.

Solda da caixa

Por intuição suspeito que esse material brilhante da foto anterior seja uma reserva usada para lacrar a caixa, como vemos acima o material usado para lacrar as frestas da caixa é bem brilhante e viscoso.

Abelhas na tampa

Acima algumas abelhas tentando se esconder. Elas estavam na tampa da caixa, logo após a abertura do ninho. Ou seja, ao ver a casa de frente essa estrutura estava de ponta cabeça.

Abelha
Abelhas
Abelha

Por fim, algumas fotos das Abelhas. Ele deve ser do mesmo tamanho da Jataí e Iraí, um pouco mais “gordinha”, encorpada.

Hoje – 10/03/2013 – Fiz duas fotos mais detalhadas das abelhas e por meio de uma busca visual no google acabei encontrando a espécie por semelhança visual. O nome da abelha é Mirim Guaçu Amarela (Plebeia Remota Rufis). Agradeço aos colegas que colaboraram. Abaixo as imagens que ajudaram na identificação.

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