Curso: A prática da Meliponicultura como hobby.

A criação de abelhas nativas sem ferrão como atividade de prazer e
relaxamento nos tempos livres.

Venha passar uma tarde com as abelhas nativas sem ferrão!

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Os integrantes de uma das últimas turmas do curso ocorrida em 2016.

O Meliponário Tapajós abre as portas para contar como esses incríveis insetos tem agregado valor na vida de seus mantenedores. O responsável pelo meliponário trabalha como Professor Doutor e Pesquisador em outra área de atuação, mas pratica a Meliponicultura não apenas como hobby e sim como um estilo de vida globalizante.

Criar abelhas é uma atividade holística, serve de estímulo aos cinco
sentidos do corpo, pode ser feito em qualquer idade, não exige muito
tempo para manejo (em média uma vez por semana) e é um ser vivo
endêmico, ou seja, você contribui para preservar e ampliar os recursos
naturais ao seu redor.

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Observação do fluxo de campeiras de uma caixa Matriz de Mandaçaia com “tampa de geoprópolis” por uma turma de 2016. Foto feita pelo participante Carlos Barrichello Jr.

O curso é formatado com explanações teóricas, pausa para café da tarde e demonstrações práticas nas instalações do Meliponário. A data para o próximo evento é 16/12/2017, das 14h às 18h, em Vinhedo-SP, com custo de R$120 por pessoa. A atividade é divida em dois eixos básicos, detalhados abaixo.

1) Parte teórica.
– História e particularidades do Meliponário;
– A importância das abelhas;
– Biologia das abelhas;
– Dicas de manejo racional;
– Como capturar enxames por meio de iscas;
– Pasto apícola.

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Material didático incluso para acompanhar as principais informações no curso e referência para consultas futuras

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Espaço destinado para a parte teórica do curso

 2) Parte prática.
– Degustação de própolis da abelha Mandaguari;
– Simulação de divisão de colmeia com caixa INPA vazia;
– Apresentação de enxames de Mandaçaia: novo, médio e forte;
– Degustação de mel da abelha Mandaçaia;
– Apresentação da abelha Mandaguari e como coletar própolis bruto;
– Visualização do comportamento da abelha Mirim Preguiça em caixa (didática) com visor vertical e horizontal;
– Visualização do comportamento da abelha Manduri em caixa (didática) com visor nos cinco lados da caixa;
– Apresentação da abelha Uruçu-Amarela e degustação do mel;
– Visualização dos enxames em atividade: Jataí. Iraí, Mirim Droryana, Marmelada e Manduri;
– Transferência de enxame capturado em isca para caixa racional ou divisão de enxame ou manejo avançado com identificação das partes de um enxame.

 

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Caixa com cinco lados transparente para observação de enxame em atividade durante o curso

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Mel da abelha Uruçu-Amarela sendo retirado para degustação durante o curso. Foto do participante Renato Luppi

Caso tenha interesse em cursar a próxima turma, por favor,
compre ingresso no link abaixo:

As vagas são limitadas!

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Depoimentos espontâneos recebidos por e-mail.

“Gostei bastante do curso, deu para aprender, esclarecer dúvidas e ver na pŕatica as abelhas, foi bem legal!!”
Eduardo Padovani / Piracicaba-SP

“Gostaria de agradeçer pelo ótimo curso. Foi bem legal ter esse primeiro contato com as Abelhas Sem Ferrão”.
Bruno Carettoni / São Paulo -SP

“Gostei tanto do curso, que hoje já tenho 5 espécies”.
Juarez Padovan / Jaú -SP

“Obrigado pela generosidade em nos receber em seu meliponário, pelo delicioso mel ofertado e por todas as dicas. Foi uma tarde deliciosa que passou voando”.
Marcelo Cunha / São Paulo – SP

“Agradeço a você pela recepção a mim e ao meu filho, pelo conhecimento demonstrado e dedicação as abelhas sem ferrão.”
Marcelo Bonfá / Campinas – SP

Divisão de Mandaçaia (MQQ)

Em 01/08/2013 fiz a minha primeira divisão de Mandaçaia. Foram momentos de muita tensão e emoção.

Abaixo a foto da caixa mãe, que doou três discos de cria, -caixa essa que chama-se “matriz” por ter apenas um compartimento e um enxame forte.

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Dá para notar o geopropólis cobrindo a tampa da caixa. Essa colmeia foi adquirida em 30/05/2013 e embora tenha um recipiente para alimentação artificial nunca foi utilizado.

Para a caixa filha foi usada uma caixa racional modelo INPA confeccionada pelo colega Pedro Ziti.

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Abaixo a caixa com as Abelhas, tampa de acetato para observar o desenvolvimento da divisão e algumas folhas de cera alveolada para ajudar a manter a temperatura dos discos.

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Três dias depois fiquei impressionado com o desenvolvimento da caixa. Podemos ver três potes de mel confeccionados e um praticamente cheio e os discos de cria cobertos.

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Ao fazer a divisão alguns potes de mel se romperam, tive o cuidado de retirar um pouco com a seringa e guardar na geladeira. O mel tinha um sabor muito singular e bem mais líquido que o da Iraí e Jataí e uma cor bem clara. Nesse terceiro dia servi o mel para elas como vemos abaixo.

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Abaixo foto da colmeia com 15 dias depois da divisão. Tudo indo muito bem. O que me chamou a atenção foi a grande humidade no interior da caixa, reparem as paredes totalmente molhadas.

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Um fato curioso é que elas construíram a entrada da colmeia trocando o barro do geopropólis por cimento. A facilidade em se conseguir cimento se deve ao fato da casa do vizinho estar em reforma.

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Abaixo foto com 36 dias após a divisão. O invólucro foi retirado para constatar a postura e confirmar o trabalho da rainha.

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